Especial | A Ponte do Banabuyê 2 | AM*

SD
SD Do arquivo História Esperancense, 
uma foto da ponte e da margem que recebeu o casario.
FOTO: Beinha de Rau Ferreira. TRATO: Evaldo Brasil.

Comentários

  1. Primeiro, elogiar o layout do "Reeditadas"; com o Banabuyé em cores, a sombra da matriz e a morada do poeta. A melhor representação urbana que se poderia ter, sem bem que na época a Bela Vista ainda era rural.
    Pois bem. A despeito da ponte - que pouca memória esta nossa ! - o casario ainda não havia avançado, e o recusado das águas dava espaço para que se fizessem doações de terrenos em nome da santa. Depois veio os anos 70, e alguém autorizou lavar os caminhões da Camargo Correia, tornando as águas impróprias para qualquer uso. Então ele morreu, mas não sem antes agoniar por algum tempo com "pastas" por todo o canto e um olor fétido que anunciava já na entrada da cidade a sua existência. Não sem razão, fizeram-lhe a drenagem cujas águas seguiram para o britador e de lá para algum afluente do Camará. Hoje fala-se em urbanização, com praças de eventos e tudo o mais; melhor seria tê-lo preservado e no seu entorno nasceria, por óbvio de sua beleza, comércios de toda espécie na ausência de uma praça que a cultura já não mais existe. "Sonhei demais, e o meu sonho foste tú" (...) Agora sonho acordado, pois do presente ao passado, nada mudará este ciclo vital autofágico. Banabuyé, 31/03/2017. Rau Ferreira

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  2. Cleo Meira, via facebook: Rau, texto magnifico, acompanhei ainda criança o fim do Banabuyê, tristemente!

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