C49-024 De como Desesperaldo Nascarreiras se viu como abençoado

Fonte: Internet
(Mergulho de uma Perereca em meio aos Tubarões)
I- Ter agilidade para fazer/ As coisas que precisamos/ É algo que é bom demais/ E disso nos orgulhamos. Mas não é o que acontece/ Quando se esquece da prece/ Quando nos desesperamos.
II- Foi como Desesperaldo Nascarreiras, sem prece, Se viu como abençoado/ Agiu e quase enlouquece/ Sem controlar sua pressa/ Como fazendo promessa/ Pra ver se assim enriquece.
III- O telefone tocou, atendeu, Acertou hora de encontro/ Não cuidou do seu asseio/ Para na hora já estar pronto. E foi ao banho apressado/ Mas viu no bojo utilizado/ Tubarões por todo canto.
IV- Enquanto ele se escovava/ Uma perereca mergulhou/ Na água em que se lavava/ Assim o asseio terminou. Lembrou-se dos tubarões/ Ignorou sonho, previsões, E a água usada reciclou.
V- Quando vai sair, correndo, Percebeu o que lhe faltava/ E quase se viu morrendo/ A pererecazinha, coitada, Foi lançada aos tubarões… Mas como aprende lições/ Agradece a Deus, dizendo:
VI- O que fazer sem os dentes/ Para poder ir trabalhar/ Como faço Deus presente/ Se eu acabei de afogar/ A minha pererecazinha/ Na fossa, já não é minha, Que farei papai presente?
VII- Eis que brilha um sinal/ Na boca céu de Zé Bocão/ Os tubarões foram embora/ Um sinalzinho de solução. Mergulha mão tão possante/ Lança a peça em alvejante/ Depois boca, e louvação!

Evaldo Pedro Brasil da Costa
(Em 22 de Fevereiro de 2008)

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