C49-017 As conquistas de Neco Dentista I


I
Chegou cedinho por aqui
Com o braçozinho cortado
Com o nome de Nequinho!
Passou logo a ser chamado.
Um maracanã bem verdinho
O melhor dos passarinhos
Pois não vive engaiolado!

II
O primeiro foi Juninho
Quem por ele se quedou
Do colocar no dedinho
Ao biquinho que beijou.
Um som bem parecidinho
Com o nome do gurizinho
Foi o primeiro que falou.

III
Eliane, Mita e Creuza
Revelam muito do bem
Que trazem como nobreza
Quando com ele se vêem.
Beijam e dão o dedinho
Tratam a ele com carinho
Como se ele fosse alguém.

IV
Neném, Tales e Rafael
Por aqui não passam mais
Sem brincar com o bacharel
Sem mandar os seus sinais.
De muito amor a um ser fiel
Já definiram o seu papel
Em relação plena de paz.

V
Mércio, Mateus e Welissey
São outros fãs do Aritanga
Como ficam assim nem sei
Parecem servir à canga.
Sem verem que o tempo passa
Não sentem sequer fumaça…
Dia desse um perde a tanga!

VI
E assim, Nequinho reina,
Por todos já é respeitado
Dançando em cima da mesa
Ou na sala, o amostrado.
Até dente de leite arranca
Mas tem medo de carranca
E de som muito agitado.

VII
Quando ele bica um sinal
Parece até um cirurgião
Quase ninguém entende
Qual que é sua sugestão.
Não é médico nem doutor
Mas conquistou nosso amor
O Tiradentes, por ocasião.

Evaldo Pedro da Costa Brasil
(23 de Janeiro de 2008)

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