Banabuyê 300


Comentário antecipa à publicação inédita de Rau Ferreira

Feliz retomada do mote em mim despertado quando da publicação do Jornal Novo Tempo, edição Especial dos 70 Anos de Esperança, quando outro historiador-por-opção relatava das suas pesquisas sobre Banabuyê/Esperança.

Dr. João de Deus Melo, sob o pseudônimo Jodeme em suas publicações, foi quem nos apontou este pequeno grande detalhe sobre a nossa terra. Teria ele encontrado os primeiros documentos nos arquivos de Laranjeiras/Alagoa Nova, de quem nos emancipamos, dando conta de 1713 como o ano do registro mais antigo já encontrado a citar nosso rincão.

O meu evaldobrasil.blogspot.com, um dos primeiros "de-vez-em-quandários" dentre os nossos diários eletrônicos, passou a apontar para que os mais sensíveis a isto pudessem engrossar a corrente em prol da nossa memória. Assim como o fez quanto aos 80 anos do Irineu. Rau então mostrou-se baluarte destas causas e certamente produziu mais sobre a Escola da infância de Esperança do que aqueles que a fazem nos últimos 30 anos.

Era 80 anos de Esperança e nós, mais uma vez envolvidos em oferecer para o consumo coletivo este produto chamado memória, fomos curador do museu temporário comemorativo, nada mais que uma coleta, tratamento e exposição de registros materiais, simbólicos e imagéticos do nosso povo, afinal a história do lugar é feita por sua gente. Na ocasião, uma produtora foi contratada e fez documento-memória oficial em vídeo com Luiz Martins. Até hoje não sei quantas cópias, sei que alguns cinco anos depois alguém mo repassa em pendrive! Nós, uma série de Cartões Postais com 08 e um extra, especialmente dedicado ao Presépio de Inacinha Celestino.

Então nos 81 anos, produzimos o documentário "de Deus, de Esperança", tendo o fato do aniversariante João de Deus Melo ser a espinha merecedora dorsal dele. Vieram dar carne a este trabalho os não menos conhecedores Nino Pereira, Vicente Simão e Luiz Martins e as senhoras Professora Lelê Diniz, Vitoriarégia Coelho e Inacinha Celestino. Foram 40 cópias oficiais e outras tantas até hoje reproduzidas por Valdy Lins aos interessados.

Todos esses trabalhos merecem uma publicação específica a respeito, mas fica o registro do apoio encontrado no comércio local, sempre acatando os bons argumentos de Mércio Esperança Araújo Silva.

Jacinto Barbosa, jornalista de saudosa memória, Inácio Gonçalves e o próprio Rau Ferreira nos brindariam com trabalhos sobre Esperança, sua gente e suas instituições, com e sem apoio oficial. Eu, com as barbas de molho, passei a assistir de camarote e a insistir de pé de ouvido.

Esperança recrudesceu ou sou eu em versão latina?

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