Soneto de Esperança


(Dedicado a Silvino Olavo)

Canto a tristeza como quem canta
a morte para a morte,
como quem perde o norte
em busca de uma alegria santa!

E ela fulminante se impõe,
desafinando a voz sem piedade,
impedindo a luz da realidade
semear razão no que se sonhe...

Mas eu me encontro com o sorriso
dando vez e voz ao meu cantar
para ter valor minha alegria

pois há crescimento e energia
a suprir meu justo caminhar
para construir o sonhado paraíso.

Evaldo Pedro Brasil da Costa
(Revista da Esperança, pág. 15, 3ª Edição, Ago. 1997)

Comentários

  1. Evaldo,

    Pena que este ciclo autofágico por você visualizado tenha que se repetir em prolongadas eras; se fosse uma constante haveríamos crescido culturalmente, mas como soy acontece de tempos em tempos, ficamos assim reféns dos que virão. Obrigado pela lembrança, agradecido pelo poema e mais ainda evocação do SOL e que a Esperança paire sobre nós!

    Att.

    Rau Ferreira
    Blog HE

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