Registro | Corrida da Fogueira | Artefato

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Quando? A primeira?
Publicamos este Artefato no www.noticiaesperancense.com.br e deixamos para os amigos com mais tempo para pesquisa, responder as questões acima. Sugerimos uma entrevista com Rulipa, personagem da nossa história esportiva. Sugerimos ainda uma reflexão em torno da nossa falta de knowhow. Explico-me: Todo mundo promove, todo mundo faz mas parece ignorar o que se fez antes.

Parece não haver continuidade formal nem registros e assim a experiência não é didaticamente repassada. O modus operandi, o como fazer é uma experiência carregada dos mesmos problemas, sempre.

Jogos estudantis, campeonatos de futsal, futebol de poeira, corridas... mostras e exposições dos mais diversos temas, nas mais diversas épocas... eventos culturais. O fato é que ficamos nas primeiras...

Esperamos, em breve, com a onda de eventos e de utilização da virtual realidade da internet, com blogs, sites de relacionamentos, sites de notícias e o oficial do Executivo Municipal, esperamos um nova realidade. Documente-se e se repasse a vivência para que possamos esquecer a máxima tantas vezes repetida por Zé Torres e Nino Pereira de que Esperança "é um deserto de homens e idéias".

Comentários

  1. Estamos ainda nas preliminares e parece que por aqui ficamos; é verdade que não existe uma continuidade, não se dá sequência as coisas. O que foi já era e o futuro é obscuro. Nada de novo apesar de novamente se querer fazer algo por Esperança. Não se de faltam vozes unidas, uníssonas, ou apenas boa vonatade. Mas estas mãe gentil esperançosa não me parece ser uma boa ama de leite, e só acolhe os forasteiros... fora isso, estamos na mesmice: festas e baladas, bares e festas, datas e festas, festas e mais festas, e só!
    O Centro Cultural ficou no papel, no mesmo lugar onde reside o museu e tantas outras iniciativas culturais. É preciso sair para ganhar algum valor, ou em outros casos morrer. Então morramos nós - eu e Mohamad Ali, abnegados ostentanto esta bandeira da nossa história. Que pena! Mas como dizem: "a Esperança e a última que morre", quem sabe ainda não dá tempo, resta ainda um último suspiro. Eis a minha reflexão.
    No mais, caro Evaldo, és o único militante desta trupe de felizes ideias e ideais, nesse deserto incerto de horas ingratas. Mas és vencedor pelo seu caráter e posição firme, que não se deixa enganar pelas vaidades desse mundo. Te admiro!
    Muito obrigado por tudo, em especial pela oportunidade de construir a história com fatos como esse.
    Parabéns pela postagem.

    Rau Ferreira

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  2. Pensando melhor, mesmo no deserto encontramos uma nascente. E é desta água que nasce Evaldo Brasil, o grande ícone "oculto" da nossa cultura. Digo-o assim pois ele prefere a solidão do anonimato do que os olofotes ofuscantes da glória. Bom prá ele! Às vezes as luzes incandeiam e a gente não enxerga como deve.
    Em nossa cidade existem muitas pessoas assim, deslumbradas com o brilho de algo que é passageiro.
    Parabéns Evaldo, por se manter incólume e longe deste circo!

    Um forte abraço;

    Rau Ferreira
    Blog: História Esperancense
    http://historiaesperancense.blogspot.com

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