C49-125 Irineu Joffily amargura aos 77 anos

(E o que fora prometido só confirma a presepada)
I- No ano de trinta e dois/ Nascia o nosso Irineu/ A escola ali se ergueu/ E ao educar se pôs. Hoje, afirmo, padeceu/ Não diria que morreu/ Mas a estima se foi.
II- Um “governo” disse não/ À escola ter professor/ Mas o ano recomeçou/ – Chame! Diz, de plantão, A titular de uma pasta/ A quem a crise desgasta/ Na terceira região.
III- O tempo passa e nada/ Dos professores pagos/ E sete meses são vagos... Nova titular assentada/ Novo governo assumido/ E o que fora prometido/ Só confirma a presepada.
IV- E os alunos desistindo/ Por falta de professor/ Que apesar do furor/ Não prossegue insistindo. É preciso um pagamento/ Para assegurar o intento/ E assim seguir instruindo.
V- E os pais se agoniando/ Sem aulas para seus filhos/ E, se apagando o brilho,/ Sem futuro apontando... Como vão passar de ano/ Sem seguirem pelo plano/ De seguir s’aprimorando?
VI- Perguntem ao deputado/ Governador, secretário/ Sem sequer um ideário... Só não fique aí parado. Escrevam à presidência/ Ministério e à gerência... Pra federal, pro delegado.
VII- Não sei como proceder/ Mas caminho pra deixar/ Sem m’esquecer de amar/ Essa pobre a padecer... A minha segunda casa/ Que a ingerência arrasa/ E eu nem sei o que fazer...
Evaldo Pedro da Costa Brasil
(Entre 17 e 18 de novembro de 2009)
Bandeira da Escola criada na Gestão Edite Arruda

Comentários

  1. De visual novo o "Banabuyê 300" faz uma dura crítica nesta amarga realidade da escola "Irineu Joffily".

    - Ela que foi o marco da nossa educação
    carece agora de nossa atenção!

    Um forte abraço

    Rau Ferreira
    Blog "História Esperancense"
    http://historiaesperancense.blogspot.com

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