C49-099 A Bondade de Jesus

(Perdoaria tudo e todo irmão, nos religando à divindade)
I- A luz dissipava a escuridão/ No caminho de Jerusalém/ Jesus seguia em sua missão/ Conduzindo tudo pro bem! Era o santo amor do mestre/ Que se anunciava no agreste/ Pra ontem, hoje e para além.
II- E a algazarra da multidão/ Anuncia a páscoa hebraica/ Uma pequena aglomeração/ Oportunizara Jesus à prática/ Do bem que só ele trazia/ Pra todo aquele que se via/ E vivia uma vida dramática.
III- A mulher sofrida, chorava,/ Atirada aos pés de Jesus/ Diante dele, se acalmava,/ Sentindo o bálsamo em luz. Doutores preparavam trama/ Pra ver se atira Jesus à lama/ Mas ele sequer temia a cruz!
IV- Os doutores, por Moisés,/ Lançam ao Mestre desafio/ E nisso então fincam pés/ Mas Jesus desenha um fio: Calmo na terra ele escreve/ E para o futuro prescreve/ Em atitude de grande brio.
V- Ele valorizava as mulheres/ Isso era de todos, já sabido: Daí, jamais, dele se espere,/ Ação em tom de descabido. Só aquele que, sem pecado,/ O direito tenha conquistado/ De apedrejar, tome partido…
VI- Lucas nos conta a passagem/ De Jesus em tudo que é canto/ Acompanhado pela imagem/ Seres já não mais em pranto: Ninguém poderia apedrejar,/ Ninguém podia assim ousar/ E a mulher seguiria o santo.
VII- Conhecedor de toda a lei/ Jesus se lança em bondade/ Ao nos dizer, “não julgueis”/ Mostra a nova realidade. A bondade em seu coração/ Perdoaria tudo e todo irmão/ Nos religando à divindade.
Evaldo Pedro da Costa Brasil
(Em 09 de Junho de 2008)

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