C49-093 O Medo à Luz de Jesus

(Pode nos dar consciência e ter o bem por natureza)

I- Toda palavra traz em si/ Significado e energia/ A cada uma que falamos/ Lançamos como magia/ Sobre nós, a qualquer um/ Esperanças ou lundum… Prefiramos a alegria.
II- O medo é um verdugo/ Indivíduo mal-tratante/ Impiedoso a se impor/ Perante seu contratante. Não o alimente, porém,/ Se ele chega e assim vem/ Não estoure em rompante.
III- De onde viria esse algoz/ A dominar tanta gente? Viria só da nossa infância/ Só dessa vida presente? Ou das vidas passadas/ Sofrimento e mancadas/ De débito, assim, pendente.
IV- Viria o medo de um olhar/ Repressivo da autoridade/ De papai ou de mamãe/ Mesmo sem ser de maldade? Tudo sobre nós se aglomera / Quando se pára e só espera,/ Sem se nutrir na caridade.
V- E quando a falta de diálogo/ Associada à intolerância,/ Apoiada em preconceito,/ Nos causa desesperança? Não! Se fitarmos o exemplo/ Dele, ao reclamar no templo/ E retomarmos a esperança.
VI- E se nos falta coragem/ Nos enchemos de brabeza/ E envoltos numa miragem/ Nos perdemos, sem leveza. Mas curtir a benevolência/ Pode nos dar consciência/ E ter o bem por natureza.
VII- Assim podemos superar/ O medo por preconceitos… Sete vezes setenta vezes/ Nossos erros sejam aceitos. É a conta para o perdão./ É o alimento em nossa mão/ Pra ter coragem, por efeito.
Evaldo Pedro da Costa Brasil
(26 de Maio de 2008)

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